tinha estado contente de para levar a procuração dele! O caráter questionável de
a transação inteira, o próprio descuido dele que pulou disso,
mesma confiança e confia que Pendleton tinha exaltado ultimamente--isso que
VÁ, o que não pôde ser feito disto! Ele já se ouviu
abusado pelos oponentes dele--talvez, mais terrível ainda, fracamente
desculpado pelos amigos dele. Tudo isso era visível na face pálida dele e
olhos flamejando como ele os virou no inválido desamparado.
Coronel Pendleton recebeu o olhar dele com o mesmo crítico, meio-
escrutínio curioso que tinha acompanhado a fala dele. Afinal a face dele
mudado ligeiramente, um olhar lânguido de decepção cruzou os olhos dele,
e um sorriso sardônico afundou as linhas da boca dele.
"Lá, senhor", ele disse apressadamente, como se despedindo um desagradável
revelação; "não o alarme! Tome uma bebida daquele uísque.
Você parece pálido. Bem; vire seus olhos nessas paredes. Você não vê
qualquer daquele dinheiro dispôs aqui--o faça? Olhe para mim. Eu não olho
como um homem enriquecido com o dinheiro de outras pessoas--faça eu? Bem, deixe
aquele conteúdo você. Todo dólar daquele fundo de fideicomisso, Hathaway, com
todos os interesses e lucros que provieram a isto, está SEGURO!
Todo centavo disto é prendido para cima em obrigações do estado com Rothschild
agente. Há as receitas, datado uma semana antes do banco
suspenso. Mas bastante de ISSO--ISSO não é o que eu lhe pedi que viesse
e me vê para."
O sangue tinha apressado atrás incomodamente às bochechas de Paul. Ele viu
agora, tão impulsivamente quanto ele tinha suspeitado o co-fiduciário dele previamente,
que o homem tinha se arruinado economizar a Confiança provavelmente. Ele
gaguejou que ele não tinha questionado a administração do fundo nem
pedido retirar a procuração dele.
"Não importa, senhor", disse o coronel, impacientemente,; "você teve o
corrija, e eu suponhas", ele somou com desprezo meio-escondido, "era
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