Mary, fale comigo! Você levará meu menino? Não ponha sua face de mim.
Eu sei que deve não olhar em como eu. Senhorita Mary!--meu Deus, seja
misericordioso!--ela está me deixando!" Senhorita Mary tinha subido, e, no
crepúsculo juntando, tinha sentido o modo dela à janela aberta. Ela estava de pé
lá, apoiando contra o caixilho, os olhos dela fixaram no último róseo
matizes que estavam enfraquecendo do céu ocidental. Ainda havia alguns de
sua luz na pura testa jovem dela, no colarinho branco dela, nela,
mãos brancas apertadas, mas todo o desvanecimento lentamente fora. O suplicante teve
, ainda nos joelhos dela, se arrastado, ao lado dela.
"Eu sei que leva tempo para considerar. Eu esperarei aqui toda a noite; mas eu
não pode ir até que você fala. Não me negue agora. Você vai!--Eu vejo isto dentro
sua doçura face,--tal uma face como eu vi em meus sonhos. Eu vejo isto dentro
seus olhos, Senhorita Mary!--você levará meu menino!"
A última viga vermelha rastejou mais alto, suffused os olhos de Senhorita Mary com
algo de sua glória, chamejou, e enfraquecido, e saiu. O sol
tinha fixado em Ravina Vermelha. No crepúsculo e silêncio a voz de Senhorita Mary
soado agradavelmente.
"Eu levarei o menino. O envie a mim para-noite."
A mãe feliz elevou a bainha das saias de Senhorita Mary aos lábios dela. Ela
teria enterrado a face quente dela em sua virgem dobra, mas ela não ousou.
Ela subiu aos pés dela.
"Faz--este homem--conheça sua intenção?" perguntado de repente para Senhorita Mary.
"Não, nem cuidados. Ele nunca viu até mesmo a criança para conhecer isto."
"Vá imediatamente para ele--para-noite--agora! Lhe conte o que você fez. Conte
ele eu levei a criança dele, e lhe fala--ele nunca tem que ver--veja--o
criança novamente. Onde quer que possa ser, ele não deve vir; onde quer que eu possa levar
isto, ele não deve seguir! Lá, vá agora, please,--I'm cansam, e--tenha
muito contudo fazer!"
Eles caminharam junto à porta. No limiar virou a mulher.
"Bom-noite!"
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