bochecha e abriu a porta. No limiar se levantou uma mulher, o ego,-
afirmação e audácia de de quem vestido estavam em contraste singular a ela
porte tímido, irresoluto. Senhorita Mary reconheceu à primeira vista o
mãe duvidosa do aluno anônimo dela. Talvez ela foi desapontada,
talvez ela só era meticulosa; mas como ela coldly a convidaram
entre, ela resolveu os punhos de manga brancos dela e colarinho meio inconscientemente, e
juntado mais íntimo as próprias saias puras dela. Era, talvez, para isto
razão que o estranho envergonhado, depois da hesitação de um momento,,
deixado o guarda-sol deslumbrante dela aberto e aderindo no pó ao lado do
porta, e então se sentou ao mais distante fim de um banco longo. A voz dela
era cascudo como começou ela,--
"Eu heerd contam que você era goin' até a Baía amanhã, e eu
não o pôde deixar ir até que eu vim lhe agradecer sua bondade para meu
Tommy." Tommy, Senhorita Mary disse, era um menino bom, e mereceu mais que
a atenção pobre que ela poderia lhe prestar.
"Obrigado, senhorita,; agradeça ye!" chorou o estranho, enquanto clareando até mesmo
pela cor que Ravina Vermelha soube facetamente como a pintura de guerra" dela,"
e se esforçando, no embaraço dela, para arrastar o banco longo mais próximo o
professora. "Eu lhe agradeço, perca, para isso; e se eu sou a mãe dele,
lá ai não um mais doce, mais querido, melhor menino vive que ele. E se eu
ai não muito como diz isto, ai de thar não um mais doce, mais querido, professor de angeler
vidas que ele é adquiriu."
Senhorita Mary, sentando primly atrás da escrivaninha dela, com uma regra em cima dela,
assuma, abriu os olhos cinzas dela amplamente a isto, mas não disse nada.
"Isto ai não para você ser elogiado pelo igual de mim, conheço" eu, ela
ido apressadamente em. "Isto ai não para mim ser comin' aqui, em dia largo,
fazer isto, ou,; mas eu venho perguntar um favor,--não para mim, miss,--não,
para mim, mas para o menino de bem."
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