descendente."
"Mas ele é chamado 'Chevalier', e ele fala como um Frenchman,"
dito Fofo.
"E, sendo um Frenchman, claro que não sabe nada fora de Paris,"
dito Senhor Midas.
"Nós estamos na Terra de Mistério", disse o doutor gravemente dentro um baixo
voz. "Você ouviu falar do Corredor egípcio e o Templo de
Mistério?"
Um tremor atravessou muitos que estavam lá; mas a maioria
estava seguindo com adulação selvagem o Koster soberbo que, com
cotovelos ligeiramente externo e mãos se ficavam dentro, estava passando para
o salão de baile. McFeckless o acompanhou com conflitar
emoções. Vá ele vê a Princesa incomparável que era lovelier
e ainda iguala mais um mistério que o Chevalier? Vá ela--
pensamento terrível!--sucumba às perfeições dele?
III
A Princesa já estava lá, cercou por uma multidão de admiradores,
igual se não superior a esses que estavam seguindo o soberbo
Chevalier. Realmente, eles quase se encontraram como rivais! Os olhos deles/delas buscaram
um ao outro em competição esplêndida. O Chevalier se virou,
deslumbrado e incoerente. "Ela é adorável, magnífica!" ele ofegou
para McFeckless. "Eu a amo no momento! Veja, eu sou
transportado, encantou! Me apresente."
Realmente, como ela se levantou lá em um artigo de vestuário de gauzy estranho de primoroso
cores, aparentemente informe, contudo a revelando de vez em quando
figura perfeita como um banhista visto por ondular ondula, ela
era adorável. Foram seguradas duas varas na vela dela toca cujo
mistério só acrescentou à curiosidade geral, mas de quem estranho e
usos cabalísticos seriam vistos depois. A face magnífica dela--
estranho em sua beleza--ainda era mais estranho, desde, com perfeito
justeza egípcia arqueológica, ela só apresentou isto dentro
perfile, a qualquer ângulo se levantou o espectador. Mas tal um
perfile! As palavras do grande Poeta-rei subiram a McFeckless
lábios: O nariz dela é como uma torre que looketh para Damasco."
Ele hesitou um momento, rasgado com carinho e ciúme, e então
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