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Maruja

	
a partir de paixão preocupada espreitou nas profundidades deles/delas e nos cantos de
a boca dela.  Sabendo escassamente por que, Carroll imaginou isso assim ela
possa se aparecer se ela estivesse apaixonada;  e o pensamento ousado o fez
tremor.

"Eu quis falar com você só", ela disse, suavemente, como se em
explicação;  "mas não olha para mim assim.  Eu tive uma noite ruim, e
agora isto calamity"--ela parou e então somou, suavemente, "eu o quero
fazer um favor para--minha mãe?"

Capitão Carroll, com um esforço, achou a voz dele afinal.  "Mas VOCÊ
está em dificuldade;  VOCÊ está sofrendo.  Eu não tive nenhuma idéia este infeliz
afazeres veio assim perto de você."

"Nem fez eu", disse Maruja, enquanto fechando o fã dela com um estalo leve.  "EU
não conhecido nada isto até que minha mãe me falou esta manhã.  Ser
franqueie com você, se aparece agora que Dr. West era ela a maioria íntimo
conselheiro empresarial.  Todos seus negócios estavam nas mãos dele.  Eu não posso
expain como, ou por que, ou quando;  mas é assim."

"E é que tudo?" dito Carroll, com franqueza juvenil de alívio.
"E você não tem nenhuma outra tristeza?"

Apesar dela, um sorriso tenro, como ela poderia ter
dado em um menino impulsivo, sem dinheiro nos lábios dela.  "E não é isso
bastante?  O que o vai?  Nenhum--senta onde você é!  Nós estamos aqui para
fale seriamente.  E você não pergunta o que é este favor minha mãe
desejos?"

"Não importa o que é, será feito", disse Carroll, depressa.
"Eu sou o escravo de sua mãe se ela for mas me deixou servir a seu
lado.  Só", ele pausou, "eu desejo que não fosse empresarial--eu sei
nada de negócio."

"Se só fosse empresarial, Capitão Carroll", disse Maruja, lentamente,,
"Eu teria falado com Raymond ou o Senor Buchanan;  se fosse
só confiança, Pereo, nosso mayordomo, teria se arrastado
da doente-cama dele esta manhã está licitando fazer minha mãe.  Mas isto
é mais que que--é as funções de um cavalheiro--e meu	
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