dito Convidado, impacientemente.
"Verdadeiro; Eu sou um bobo", disse o homem velho, apressadamente, para ele. "EU
está furioso--furioso! Não é a voz dele. Não! Não é o olhar dele, agora,
que as mudanças de face dele. Eu estou louco." Ele parou, e passou o seu
mãos trêmulas pelos olhos dele. "Perdoe, Senor", ele continuou,
se recordando com uma humildade na que era quase irônica seu
extravagância. "Perdoe, perdão! Ainda, talvez não é muito para
quis saber que era o homem que a pessoa salvou."
"Economizado!" Convidado repetido, com desprezo incrédulo.
"Sim!" dito Pereo, haughtily, puxando a figura dele erguem; sim, economizou!
Senor." Ele parou e encolheu os ombros os ombros dele. "Mas deixou isto passar--
Eu digo--deixe passar. Siga o conselho de um homem velho, amigo,: não mostre
seu ouro daqui por diante para estranhos ligeiramente, não importa como ligeiramente você
veio isto. Bom-noite!"
Convidado para um momento hesitou se se ressentir com o homem velho
fala, ou deixar isto passar como a fantasia incoerente de um cérebro
enlouquecido por bebida. Então ele terminou a discussão virando o seu
atrás abruptamente e continuando o modo dele ao alto-estrada.
"Assim!" disse Pereo, enquanto o cuidando com olhos resumidos, "assim! isto
era só uma fantasia. E ainda--iguale agora, como se virou ele, eu vi o
mesma insolência fria no olho dele. Caramba! É eu furioso--furioso--que eu
sempre tem que manter antes de meus olhos, noite e dia, a imagem disso,
cace em todo desterrado, todo rufião, que todo wayside tiranizam que eu
se encontre? Não, não, Pereo bom! Suavemente! esta é mera loucura, bom,
Pereo", ele murmurou a ele; "tu murche não tenha nenhum disto; nenhum,
Pereo bom. Venha, venha!" Ele deixou o de cabeça dele caia lentamente dianteiro em
o peito dele, e naquela ação, parecendo levar novamente o fardo
de uma contagem mais anos nos ombros dele, se mudou ele.
Quando ele entrou no fonda depois meio uma hora, o temor em qual ele
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