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Maruja

	
"o que eu faria para uma ceia e uma cama.  Eu não quero nada mas
isso."

"E se você não adquire o que você quer condições por conta própria, o que vai,
sim?" perguntado para o Doutor, secamente.

"Vá."

"De onde você veio?"

"Estados."

"Onde você vai?"

"Em."

"O deixe a mim", disse Dr. West ao capataz dele.  O homem sorriu,
e retirou.

O Doutor dobrou a cabeça dele novamente em cima das contas dele.  O passo pesado,
sentando na entrada, alcançados fora a mão dele, puxaram um trigo jovem-
talo que tinha pulado para cima perto do degrau da porta, e lentamente lambiscou isto.
Ele não elevou os olhos dele ao Doutor, mas sentou, um familiar
culpado que espera oração, sem medo, sem esperança, contudo não
sem uma certa resistência filosófica da situação.

"Entre naquela passagem", disse o Doutor, enquanto erguendo a cabeça dele como ele
virado uma página da razão dele, "e na estante você achará alguns
lojas de roupas para os homens.  Escolha algo que o ajustar."

O passo pesado surgiu, moveu para a passagem, e parou.  "É para
o trabalho só, você entende?" ele disse.

"Para o trabalho", respondeu para o Doutor.

O passo pesado devolveu em alguns momentos com overalls e camisa lanosa
esperando o braço dele e um par de botas e meias na mão dele.  O
Doutor tinha apartado a caneta dele.  "Agora entre naquele quarto e mudança.
Pare!  Primeiro lave o pó de seus pés naquele banho-quarto."

O vagabundo obedeceu, e entrou no quarto.  O Doutor caminhou o
porta, e olhou refletidamente fora no céu empalidecendo.  Quando ele
virado novamente ele notou que a porta do banho-quarto foi aberta,
e o passo pesado que tinha mudado as roupas dele pela luz de desvanecimento era
secando os pés dele.  O Doutor se aproximou, e representou um momento
o assistindo.

"O que é a questão com seu pé?"* ele perguntou, depois de uma pausa.


* Este plágio clássico aparente é de fato um fato de
identificação em registro nos Califórnia Lei Relatórios.  É
então desnecessário para mim somar que o criado	
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