com um pomba-como lado-olhasse para Chave--até mesmo o senoritas jovem
eles desejaram ajustar para as noivas Cristãs deles/delas! Ao contrário o
caballero, havia muitos empresários assim imergiu dentro o deles/delas
negócios que eles não pudessem achar tempo por um exame pessoal de
o convent,--o qual era ser regretted,--mas quem, confiando o
reputação do Coração Sagrado e seus amigos bons, simplesmente enviou
a senhora jovem confiou em companheiro feminino lá por alguns. Notavelmente
isto era o caso do Senor já Rivers,--fez Don Preble sabem
ele?--um grande capitalista nas Sierra cujo doce irmã jovem,
uma criatura ingênua, franca, era o orgulho do convento. De
curso, era melhor que seja assim. Disciplina e exclusão tiveram
ser mantido. A menina jovem deveria olhar nisto como ela
casa. As regras para visitas eram necessariamente severas. Era raro
realmente--menos em um caso de urgência, como aconteceu ontem à noite--
que até mesmo uma senhora, a menos que o pai de um estudante, foi admitido
a hospitalidade do convento. E esta senhora era só a amiga
daquela mesma irmã do capitalista americano, embora ela era
o que tinha a trazido lá. Não, ela não era uma relação.
Talvez Don Preble tinha ouvido de um Sra. Barker,--o amigo de
Rios das Sierra. Era uma combinação esquisita de nomes. Mas
o que o vai? Os nomes de média de Americanos nada. E Don
Preble não os conhece. Ah! possivelmente?--bom! A senhora seria
se lembrou, enquanto sendo alto, escuro, e de presença boa, entretanto triste. Um
poucas horas mais cedo e Don Preble poderia ter julgado para ele,
para, como seja, ela poderia ter atravessado isto o quarto de visitas.
Mas ela teve sido--partiu pelo treinador. Era de um telegrama--
essas idéias pagãs que dizem bruscamente coisas a você, com nunca
uma desculpa, nem um sorriso, nem um beijo da mão! Para a parte dela, ela
nunca deixe os estudantes dela os receber, mas os abriu ela, e
os traduzido em um espírito Cristão, depois de preparação devida, a
o lazer dela. E era este telegrama que fez o Senora Barker
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