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Em um Buraco das Colinas

	
horror e Chave de desespero aventuraram perturbar dois ou três afinal
dos montões enegrecidos que se deitam antes dele.  Mas eles só eram
vestígios de vestir, roupa de cama, e louça de barro--havia nenhum humano
rastro que ele poderia descobrir.  Nem estava lá qualquer sugestão do
condição original e qualidade da casa, exclua seu tamanho:
se a pouco apresentável cabana ordinária de "sócios" de fronteira, ou
alguma cabana de sylvan--não havia nada partido menos o habitual ignóbil
e ruínas sem gosto de queimar-fora habitação humana.

E ainda sua mesma existência era um mistério.  Tinha sido desconhecido a
Collinson, seu mais próximo vizinho, e isto eram presumíveis que isto
era igualmente o desconhecido a Skinner.  Ele nem os companheiros dele
tinha descoberto isto de dia na primeira viagem deles/delas pelo buraco,
e só a janela de contar-conto tinha sido à noite uma sugestão do que era
até mesmo então tão prosperamente escondeu que eles não pudessem descobrir isto
quando eles tinham tropeçado contra sua fundação de pedra.  Para escondido
era certamente, e intencionalmente assim.  Mas para que propósito?

Ele deu para o romance dele jogo cheio durante alguns atas com esta pergunta.
Algum recluso, preferindo a simplicidade absoluta de natureza, ou
talvez cansado com as artificialidades de sociedade, tinha excluído
ele aqui com a companhia da única filha dele.  Proficiente como
um pathfinder, ele tinha descoberto algum outro modo facilmente de
abastecendo a casa dele das determinações que pelo usual
rastros Collinson passado ou Skinner que teria traído o seu
vizinhança.  Mas os monges normalmente não são acompanhados por jovem
filhas cujo relações com o mundo, não sendo como
antagônico, lhes faria os companheiros incertos.  Por que não um
esposa?  A presunção dele da mocidade extrema da face que ele tinha visto
à janela foi fundado afinal de contas só no chinelo que ele teve
ache.  E se uma esposa cuja aceitação absoluta de tal limitou	
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