engolindo; os lábios dele moveram, mas nenhum som emitiu deles. A
último, com um esforço convulsivo, ele recuperou uma fala deslocada, em
uma voz raramente audível.
"Minha carta! minha carta! É meu! Dê isto me! É minha fortuna--
toda a mina! No túnel--colina! Mestres roubaram isto--estola meu
fortuna! Estola tudo! Veja, veja!"
Ele agarrou a carta de Don Caesar com mãos trêmulas, e rasgou
abre violentamente: alguns grãos amarelos sombrios caíram pesadamente disto,
como tiro, para o chão.
"Veja, é verdade! Minha carta! Meu ouro! Minha greve! Meu--meu--meu
Deus!"
Um tremor ignorou a face dele. A mão que segurou a carta
de repente derrubado completamente e pesado como o ouro tinha caído. O todo
lado da face dele e corpo mais perto de Don Caesar parecia derrubar e
afunde como de repente em si mesmo. No mesmo momento, e sem um
formule, ele deslizou pelas mãos estendidas de Don César para o
chão. Don Caesar o se agachou depressa, mas nenhum mais longo que para
o satisfaça que ele viveu e respirou, embora desamparado. Ele
então alcançado a carta caída, e, olhando em cima disto com
olhos flamejando, empurre isto e os poucos espécimes no bolso dele. Ele
então pulado aos pés dele, assim transformou com energia e
inteligência que ele parecia ter somado a vitalidade perdida do
homem antes dele para o próprio dele. Ele olhou rapidamente para cima e para baixo o
rodovia. Todo momento para ele era agora precioso; mas ele não pôde
deixe o homem ferido no pó da estrada; nem ele poderia levar
ele para a casa; nem, tendo alarmado as filhas dele, pôde ele
abandone o desamparo dele aos braços fracos deles/delas. Ele se lembrou disso
o cavalo dele ainda foi amarrado à cerca de jardim. Ele iria buscar isto,
e leva o homem infeliz pela sela para o portão. Ele
o erguido com dificuldade para o pedregulho, e correu rapidamente para cima o
estrada na direção do corcel amarrado dele. Ele não tinha procedido
longe quando ele ouviu o barulho de rodas atrás dele. Era o para cima
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