cabelo branco, sem marca por cuidado e qualquer que perturba impressão, teve assim
muito de mocidade satisfeita nisto que as características sérias seu
perguntador o fez se aparecer o ancião. Não obstante, Don Caesar
notado que os olhos dele, quando retirado dele, buscou a ladeira
com a mesma abstração visionária.
"É uma visão boa, Senor Esslinn", disse o Don Caesar.
"É uma visão bonita, senhor", disse Slinn, enquanto virando os olhos felizes dele
nele para um momento, só os descansar novamente no declive verde
defronte.
"Além que colina para a qual você está olhando--não longe, Senor Esslinn--
Eu vivo. Você virá e me verá lá--você e sua família."
"Você--você--viva lá?" gaguejado o inválido, com um preocupado
expressão--o primeiro e só muda à felicidade completa
isso teve suffused de hitherto a face dele. "Você--e seu nome é--é
Ma--"
"Alvarado", disse Don Caesar, suavemente. César Alvarado."
"Você disse os Mestres", disse o homem velho, com querulousness súbito.
"Não, o amigo bom. Eu disse Alvarado", Don Caesar devolvido, gravemente.
"Se você não dissesse os Mestres, como eu pudesse dizer isto? Eu não sei
Mestres."
Don Caesar estava calado. Em outro momento a tranqüilidade feliz
voltado à face de Slinn; e o Don Caesar continuou:--
"Não é um passeio longo em cima da colina, entretanto é distante pela estrada.
Quando você é melhor que você tentará isto. Lá pequeno rastro conduz
o topo da colina, e então--"
Ele parou, para a face do inválido tinha assumido novamente seu preocupado
expressão. Em parte mudar os pensamentos dele, e em parte para alguns
idéia inexplicável que tinha o agarrado de repente, Don Caesar,
continuado:--
"Há um toco velho estranho perto do rastro, e nisto um buraco. Em
o buraco eu achei esta carta." Ele parou novamente--este tempo em
alarme. Slinn tinha cambaleado aos pés dele com pálido e torcido
características, e estava olhando à carta que o Don Caesar tinha puxado
do bolso dele. Os músculos da garganta dele incharam como se ele fosse
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