histórias, corretamente assim chamou; embora, considerando como bem se casou com seu
medite ele era, é uma maravilha como também uma calamidade que ele deixou nenhum
descendentes.
CAPÍTULO O V.
A PONTARIA MORAL EM FICÇÃO.
Os produtores de ficção moderna que consentiu mais ou menos
completamente na teoria de arte para a causa de arte, não é, talvez, atento
que uma classe grande de pessoas ainda existe que seguram ficção para ser
injustificável, economize na medida em que o autor tem no fundo não só isto (ou
principalmente) adornar o conto, mas também (e em primeiro lugar) apontar o
moral. Em outro palavra, o novelista deveria modelar os caráter assim e
amolde o enredo do drama imaginário dele sobre vindique a sabedoria e
integridade do Decálogo: se ele não faz isto, ou se ele faz o
defronte disto, ele não merece o semblante de virtuoso e Deus-
pessoas temendo.
Indubitavelmente deveria ser evidente a toda mente sã e imparcial, se
ortodoxo ou agnóstico que uma arte que contra corre aos desígnios de Deus
para a raça humana, ou para o crescimento do sentimento de universal
fraternidade humana, tem que tombar cedo ou tarde abaixo de seu fantástico e
fundação oca. "Escorregue seu vagão a uma estrela", diz o Emerson; "não minta
e roubo: nenhum deus ajudará." E embora, por causa do próprio dele
interesses privados do momento, um homem violará a moral ocasionalmente
lei, contudo, com gênero humano a grande, a necessidade de vindicar o superior
não só são reconhecidas vantagens de direito em cima de injustiça nos interesses
de sociedade civilizada, mas porque nós sentimos que, porém "bondade hostil"
pode parecer ser meu ou suas pontarias pessoais e temporárias, ainda permanece
a única escolha saudável e bonita para a raça a grande: e
então faça nós, como uma raça, recusamos tolerar--em não importa como plausível
um argumento artístico--qualquer visão de vida humana que qualquer um professa
indiferença para este sentimento universal, ou perversely desafia isto.
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