episódio internacional com imparcialidade singular; o que principalmente interessou
ele era o jogo de natureza humana. Não obstante, não há nenhuma evidência que
os gregos eram para trás admitindo as reivindicações dele como o poeta nacional deles/delas;
e nós podemos concluir legitimamente isso era um Homer americano--se em
prosa ou poesia--para se aparecer entre nós, ele poderia lançar a cena dele onde ele
gostado--na Patagônia, ou nos bancos da Zambezi--e nós deveríamos aceitar
a situação com equanimidade perfeita. Só o deixe ser um nativo de Novo
York, ou Boston, ou São Francisco, ou Mullenville, e seja inspirado com
a idéia americana, e nós perguntamos nenhum mais. Tudo que que ele escreve pertencerá
nossa literatura, e acrescenta lustre a isto.
A pessoa ouve falar muitas reclamações da esnobação de correr atras de coisas
Europeu. Vá o homem Ocidental, jovem, estes moralistas dizem, ou abaixa Quinto
Avenida, e investiga Rua de Chatham, e aprende que todos os elementos de
romance, a ele que tem o olho vendo, minta seu próprio degrau da porta dianteiro ao redor
e atrás jarda. Mas não deixou estas pessoas esquecerem que ele que teme a Europa
é um esnobe menos respeitável que ele que estuda isto. Nos deixe a Europa bem-vinda
em nossos livros tão livremente quanto nós fazemos em Jardim de Castelo; nós podemos fazer tão seguramente. Se
nossa digestão não é forte bastante a assimilar, e trabalha para cima tudo que
é valioso nela em nosso próprio osso e tendão, então a América não é o
coisa nós a levamos para. Para o que a América é? Simplesmente é isto uma reprodução de
um destas nacionalidades Orientais que nós somos assim apaixonado por aludir para como
acabado? Seguramente não. É uma partida nova em história; é uma porta nova
aberto ao desenvolvimento da raça humana, ou, como eu deveria preferir
diga, de humanidade. Nós somos enganados pelo tagarele de políticos e o
linguagem bombástica de Congresso. No curso de idades, chegou o tempo afinal
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