de nós ele se torna a Roma para qual todos sua dianteira de estradas. Tal
livros como estes autores escreveram não é o Grande Romance americano,
porque eles não alojam vida e humanidade o mais alto deles/delas, mas no deles/delas
menos manifestações. Eles são as cenas laterais e o fundo de um
história que tem que ainda ser escrito. Aquela história não terá o interesse
só da colisão de paixões privadas e esforços, mas do grande
idéias e princípios que caracterizam e animam uma nação. Vai
discrimine entre o que é acidental e o que é permanente, entre
o que é realístico e o que é real, entre o que é sentimental e isso que
é sentimento. Não só nos mostrará para o que nós somos, mas o que nós somos ser;
não só o que evitar, mas o que fazer. Nem não descansará dentro o trágico
escureca de Turguenieff, nem na compostura crítica de James, nem no
deprecation suave de Howells, mas demonstrará que a fraqueza de
homem é o motivo e condição da força dele. Não encolherá de
romance, nem de ideality, nem de perfeição artística, porque isto
saberá a que profundidades e alturas de vida que estes elementos verdadeiramente são
operação. Será americano, não porque sua cena é posta ou seu
caráter nascido nos Estados Unidos, mas porque seu fardo será
reação contra tiranias velhas e exposição de hipocrisias novas; um
refutação de falsidades respeitáveis, e uma proclamação de
verdades naturais. Realmente, nos deixe levar atenda a e diligentemente melhore
nosso talento nativo, para que não um dia vem quando o Grande Romance americano faz seu
aparecimento, mas escrito em um idioma estrangeiro, e por algum autor que--
porém puramente americano no fundo--nunca fixe pé nas costas do
República.
CAPÍTULO III.
AMERICANISMO EM FICÇÃO.
Crítica contemporânea terá isto que para criar um americano
Literatura, nós temos que usar materiais americanos. A termo "Literatura" tem, não
duvide, chegue a ser empregados em um senso solto. O Londres _Saturday Review_
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