é provável como designar isto a uma lucidez excepcional dentro o próprio dele mental
condicione sobre qualquer mérito especial no autor. Realmente, acontece freqüentemente
que o autor que põe personagens de fora-de-o-modo nas histórias dele--
caráter que representam nada mais que eles, ou possivelmente alguns
excentricidade de invenção no parte do autor deles/delas, ganhará o posterior um
reputação para inteligência mais alto que o companheiro dele em que retrata gênero humano
suas massas como também em seus detalhes. Mas a imaginação melhor não é
que que evolui imagens estranhas, mas que que explica parecendo
contradições, e revela a unidade dentro da diferença e o
harmonia em baixo da discórdia.
Era nós para comparar nossa literatura fictícia, como um todo, com isso de
Inglaterra, o equilíbrio deve ser immeasurably no lado inglês. Até mesmo
se limitando a para-dia, e ao prospecto de para-amanhã, deve
seja concedido que, em método resolvido, guiando tradição, treinando e
associações pessoal e herdado, o novelista inglês comum é
circumstanced melhor que o americano. Não obstante, o novelista inglês
não está escrevendo romances melhores no momento que o americano. A razão
parece ser que ele usa nenhum material para o qual não foi em uso
centenas de anos; e dizer que tal material começa a perder seu
frescor não está pondo o caso muito fortemente. Ele não foi capaz para
o separe do fundo paralisando de convencionalismo inglês.
A veia era rica, mas está fora usado; e a meio-dúzia os pioneiros tiveram tudo
a sorte.
Não há nenhuma imaginação individual dominante na Inglaterra--nem, dizer o
verdade, pareça haver qualquer na América. Mas nós temos o que eles têm
não--uma tendência imaginativa nacional. Há nenhum acorrenta em nossa fantasia;
e, porém profundamente nosso bens imóveis pode ser hipotecado, há liberdade para
nossas idéias. Inglaterra não tem contudo apreciou o verdadeiro inwardness de um
frase favorita de ours,--uma transação nova. E ainda ela está cansada a morte dela
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