o dele a maioria concepções ideais e abstratas. O mérito de Cervantes não é assim
muito que ele afastou o cavalheirismo de Espanha, como isso anunciou ele o moderno
romance de caráter e modos. É o mais recente, mais flexível, a maioria,
solução de catholic do velho problem,--como desdobrar o homem a ele. Isto
melhora nos métodos velhos, enquanto perdendo pouca da excelência deles/delas. Não
a pessoa pode ler um grande romance sem sentir que, de seu exteriormente
páginas prosaicas, puxa de poesia genuína já e presentemente tenha alcançado o seu
orelhas. Não faz obtrude isto; não está lá para ele que não tem
habilidade para escutar para isto: mas para ele que tem orelhas, está como a música de
um pássaro, denning isto entre os murmúrios inumeráveis da floresta.
Assim, o romance ideal, conformando em toda parte ao behests do
imaginação, deveria produzir, por meio de arte literária, a ilusão de um
realidade mais alta. Isto exclui o método fotográfico de romance-escrever.
"Isso é um falso esforço em arte", diz Goethe, para o fim seu,
carreira longa e esplêndida "que, dando realidade ao aparecimento,
vai tão distante sobre licença nisto nada mais que a terra comum, todo-dia atual."
Nem não é as cópias atuais, nem chinesas do atual, que nós exigimos
de arte. Somente era arte o fornecedor de tais coisas, ela poderia a render
coroe à máquina fotográfica e o taquígrafo; e imaginação divina vai
se degenere em inventividade vulgar. Imaginação é incompatível com
inventividade, ou imitação. Imitação é morte, imaginação é vida.
Imitação é servidão, imaginação é realeza. Ele que reivindica o nome de
artista tem que subir àquela visão de uma realidade mais alta--um mais verdadeiro porque
um mundo mais bonito--o qual só imaginação pode revelar. Um mais verdadeiro mundo,
--para o mundo de fatos não é e não pode ser verdade. É estéril,
incoerente, enganando. Mas atrás de todo fato há uma verdade: e estes
verdades estão iluminando, unificando, criativo. Firme seu cabo neles,
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