Em 1869, quando eu tinha vinte e três anos aproximadamente, eu enviei um par de
sonetos para o Magazine_ do _Putnam reavivado. Àquele período eu tive nenhum
intenção de se tornar um escritor profissional: Eu estava estudando civil
criando na Escola Politécnica em Dresde, Saxônia. Anos antes de, eu
tinha recebido advertências parentais--desnecessário, como pensei eu--contra escrever
para viver. Durante os próximos dois anos, porém, quando eu estava agindo como
hydrographic criam no Nova Iorque Doca Departamento, eu me diverti por
escrevendo um conto, "Amor chamado e Contador-amor" que foram publicados
no Weekly_ de _Harper, e para qual eu era cinqüenta dólares liquidados. "Se cinqüenta
podem ser ganhos" assim facilmente dólares, eu pensei, "por que não vai em somar meu
renda em deste modo de vez em quando?" Eu fui ajudado e auxiliei na idéia
pelo recente Robert Carter, editor do Journal_ de _Appletons; e o posterior
periódico e o Magazine_ de _Harper teve o fardo, e eu o benefício, de
o resultado. Quando, em 1872, eu fui aliviado abruptamente de meus deveres dentro o
Ancore Departamento, eu tive a alternativa de ou tomada minha família até
América central para me assistir cava um canal, ou de tentar viver por meu
caneta. Eu comprei doze resmas de carta-papel grande, e começou meu primeiro
trabalhe,--"Bressant." Eu terminei isto em três semanas; mas os consultores prudentes
me aconselhou que era muito imoral publicar, menos em francês: assim eu
reforme, como é a frase, e, em seu estado castigado, enviou isto por
o poste para um publicador de Boston. Estava a caminho perdido, e não tem contudo
sido achado. Eu estava bastante contente que caso contrário a esta catástrofe; porque eu
tido por esses dias uma delícia estranha reescrevendo minhas produções: era,
talvez, uma prática mais sensata que os imprimir. Adequadamente, eu
reescrevido e aumentou "Bressant" em Dresde (onde eu devolvi com meu
família em 1872); mas--imoralidade aparte--eu penso que a primeira versão era o
melhor dos três. Em meu modo para a Alemanha eu atravessei Londres, e lá
|