"O jovem, o valente, o bem e sábio,
Desabou abraço de curst de thy:
Os sucos das uvas de ira
Ainda manche thy face culpada.
"Meu irmão mente em campo lá,
Enfrente para baixo à grama quieta:
Volte! ele não pode ver thee agora;
Mas aqui tu shalt não passam."
Uma racha no ar de noite,
Um eco se despertado da colina:
O assistir-cachorro na costa distante
Dá boca, e tudo estão imóveis.
A sentinela com as mentiras de irmão dele
Enfrente para baixo na grama quieta;
E por ele, na bebida alcoólica pálida,,
Uma sombra parece passar.
Nenhuma lança ou proteção bélica que agüenta:
Um capacete em suas mãos compadecendo
Traz água do mais perto de riacho,
Conhecer as últimas demandas dele.
Enlate isto seja ela de mien arrogante,
A deusa da espada e proteção?
Ah, sim! O mito do poeta Grego
Balanços acalmam cada batalha-campo.
Para não só aquela guerra áspera
Alguns enfeitam ou encantam de ganhos de beleza;
Mas, quando a deusa' trabalho é terminado,
A mulher ainda permanece.
Endereço.
Abrindo do Teatro de Califórnia, São Francisco, Jan. 19, 1870,
Palavras de sumário, quando ações esperarem, é bem
A mão do incitador está no sino dele;
Os heróis próximos, amantes, reis,,
Está vadiando à toa às asas;
Atrás da dobra de místico da cortina
As mentiras futuras ardendo demonstraram,--
E ainda, um momento para o Passado;
Um retrospect,--o primeiro e últimos.
"O mundo é uma fase", o mestre disse.
Para-noite uma verdade mais poderosa é erudita:
Não na tela de tela inconstante,
O flash de gás, ou brilho de tinsel;
Não na habilidade cujo chamadas notáveis
De tábuas vazias corredores baroniais;
Mas, defrontando mar e encurvando baía,
Veja os jogadores e o jogo.
Ah, amigos! em baixo de seus reais céus
As estampas de triunfo curto-vividas do ator:
Naquela fase larga, de império ganhado,
De quem ribalta seja o pôr-do-sol,
De quem achata uma rosa de fundo distante
Em cumes sem rastros de infinito neva;
Aqui gênio se curva, e esperas de talento
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