senhora que se chamou 'Violeta Branca', e como você permitiu você não pôde
dá isto, mas escreveria e pede isto?"
Sr. Editor, inclinado atrás na cadeira dele, agora se lembrou da ocorrência,
mas foi afligido para somar que a situação permaneceu inalterada, e
que ele não tinha recebido nenhuma tal permissão.
"Não importa QUE, meu rapaz", disse Sr. Bowers, gravemente, acenando a mão dele. "EU
entenda tudo aquilo; mas, ez eu conheci a senhora desde então, e é agora
a visitando na casa dela no Ápice, eu considero isto não faça muito
assunto."
Era bastante característica da seriedade de smileless de Sr. Pavilhões que
ele fez nenhuma ostentação desta réplica dramática, nem do indisfarçado
estupefação do editor.
"Você pretende dizer que você conheceu Violeta Branca, o autor destes,
poemas?" repetido o editor.
"O qual o nome dela é Delatour,--o widder Delatour,--ez ela se tem
me dê permissão lhe" falar, continuou Sr. Bowers, com um certo
resumido e precisão automática da que dissipou qualquer sugestão
malícia na situação invertida.
"Delatour!--uma viúva!" repetido o editor.
"Com cinco crianças", continuou Sr. Bowers. Então, com inalterável
gravidade, ele deu um esboço da condição dela brevemente e o
circunstâncias do conhecido dele com ela.
"Mas eu considerei VOCÊ poderia ter sabido suthin' o' isto; embora ela nunca
deixe em você fez", ele concluiu, eying o editor com curiosidade preocupada.
O editor não pensou isto necessário implicar Sr. Hamlin. Ele disse,
brevemente, "eu? Oh, não!"
"Claro que, VOCÊ poderia não a ter visto?" disse Sr. Bowers, enquanto mantendo o
mesmo olhar sério, preocupado no editor.
"Claro que não", disse o editor, um pouco impaciente debaixo do singular
escrutínio de Sr. Bowers; "e eu estou muito ansioso saber como ela olha.
Me fale, como o que está ela?"
"Ela é uma multa, pow'ful, "mulher de eddicated, disseram Sr. Bowers, com lento
deliberação. "Sim, sir,--uma mulher de pow'ful, havin' idéias principais dela
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