dito, com um gesto vago. "Ela não pertence ao escritório?"
O editor jovem brilhou com superioridade tolerante: "Não, eu estou arrependido para
diga."
"Eu deveria gostar de ter que a ver e mais amável lhe perguntou um
poucos questiona", continuou o estranho, com o mesmo refletivo
seriedade. "Você vê, não era só o rhymin' o' eles verses,--e
eles mais amável cante eles a ye, não faça eles?--não era o chyce o'
words,--e eu considero eles allus bateram o idee no centro atirado todo
não era o idees e moral ela tipo o' tirou o' isso que ela
era tellin',--mas era a coisa direta itself,--a verdade!"
"A verdade?" repetido o editor.
"Sim, senhor. Eu tenho caixa lá. Eu vi tudo aquilo ela é vista dentro o
escova--os pequenos estalidos e jogos de damas o' luz e shadder abaixo em
o pó marrom que você deseja saber como já consumiu a escuridão do
bosques, e aquele allus parece se escapulir como uma cobra ou um lagarto se você
procure no escuro. Eu ouvi tudo aquilo ela é ouvida lá--o creepin', o sighin',
e o whisperin' pela samambaia e as chão-videiras de tudo aquilo
vidas lá."
"Você parece ser um poeta você", disse o editor, com um patrocinar,
sorriso.
"Eu sou um madeireiro, para cima em Mendocino", devolveu o estranho, com sublime
ingenuidade. "Chegado um moinho lá. Você vê, sightin' standin' madeira e
selectin' do espetáculo de gen'ral das árvores no chão e a posição
de separador de hez de raízes me fez tomar conhecimento." Ele pausou. "Então", ele somou,
um pouco despondingly, "você não sabe quem é ela?"
"Não", disse o editor, refletidamente,; "nem mesmo se realmente é uma MULHER
que escreve."
"Eh?"
"Bem, você vê, 'Violeta Branca' possa bem como seja o de de nom emplumam de um homem
a partir de uma mulher, especialmente se adotou com a finalidade de mistificação.
A letra, eu me lembro, ERA mais juvenil que feminino."
"Não", devolveu o doggedly mais estranho, "não era nenhum HOMEM. Há idéias
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