o olhar de Mornie respondido de investigação.
"Eu só estava chegando a minha bolsa e meu revólver", ele disse, enquanto mostrando para eles.
"Eu tenho que adquirir algumas lojas na Balsa através de luz do dia."
Mornie suspirou. "Eu estou lhe dando grande dificuldade, Rand, que eu sei; mas não vai
seja muito tempo para."
Ele murmurou algo, levou a mão dela novamente, e lançou a "bom-noite dela."
Quando ele alcançou a porta, ele olhou atrás. A luz estava lustrando cheio
na face dela como se deita lá ela, com o bebê dela no peito dela, corajosamente,
"olhando à frente."
IV.
AS NUVENS PASSAM.
Era começo matutino na Balsa. O "para cima treinador" tinha passado, com
unextinguished de luzes, e os "exteriores" acalmam adormecido. O barqueiro teve
subido para a Casa de Mansão de Balsa, enquanto balançando a lanterna dele, e tinha achado
o sonolento-olhando "todo o barra-guardião noturno" no ponto de retirar
durante o dia em um colchão debaixo da barra. Um mestiço índio, zelador,
da Casa de Mansão, estava lavando fora as manchas de recente noturno
dissipação do barra-quarto e varanda; alguns pássaros estavam cantando
nos algodão-bosques ao lado do rio; um mais corajoso poucos tinha descido em
a varanda, e estava tentando para reconciliar a existência tanto de
limão-descasque e charuto-tocos com as idéias deles/delas de um Criador beneficente.
Um frescor terrestre lânguido e rosa de perfume ao longo dos bancos de rio. Profundamente
ainda sombreie se deite na costa oposta; mas ao longe, quatro
milhas fora, Manhã ao longo da crista nivelada de Montanha de Mesa caminhou com
passo róseo.
O barra-guardião sonolento era aquela manhã sentenciada a decepção; para
escassamente teve o treinador passado, quando foram ouvidos passos na varanda,
e um viajante cansado, pardo lançou a manta dele e mochila para o
zelador, e então derrubou em uma braço-cadeira desocupada, com os olhos dele fixados,
na crista distante de Montanha de Mesa. Ele permaneceu imóvel para alguns
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