bom."
O sangue culpado voou à face de Rand como gaguejou ele, "eu pensei que eu seria
do modo. Eu não acreditei que ela se preocupou muito para me ver. Ela é pior?"
"O doutor está parecendo muito ansioso", disse Sra. Sol simplesmente.
O sangue voltou da face de Rand, e resolveu o coração dele ao redor. Ele
virado muito pálido. Ele sempre tinha se consolado para a cumplicidade dele
na ausência de Ruth que ele estava levando bom ao cuidado de Mornie, ou--isso que
é considerado pela maioria das naturezas egoístas um equivalente--permitindo ou
encorajando uns um outro para "levar bom ao cuidado dela; " mas aqui era
uma contingência totalmente imprevisto. Não o ocorreu que isto
"cuidado bom levando" dela poderia resultar em qualquer coisa mas um perfeito
solução das dificuldades dela, ou que pudesse haver qualquer futuro a ela
condicione mas um de recuperação. Mas isso que se ela deveria morrer? Um súbito
e senso desamparado da responsabilidade dele para Ruth, para ELA, o trouxe
tremendo aos pés dele.
Ele se apressou para a cabana onde Sra. Sol lhe deixou com uma palavra de precaução:
"Você a achará mudou e quiet,--muito quieto. Se eu fosse você, eu,
não diria nada que devolver o velho ego dela."
A mudança que Rand serra era tão grande, a face que foi virada a ele,
assim aquiete, que, com um medo novo nele, teria preferido ele o
olhos selvagens e mien despreocupado do Mornie velho quem ele odiou. Com seu
impulsividade habitual que ele tentou dizer algo que deveria expressar
aquele fato não indelicadamente, mas hesitou, e desajeitadamente afundou na cadeira
pelo lado da cama dela.
"Eu não desejo saber você agora" olhar fixo a mim, ela disse em uma voz longe-apagada. "Isto
parece a você estranho me ver mentindo aqui tão quieto. Você está pensando como
selvagem eu era quando eu vim aqui aquela noite. Eu deveria ter estado louco, eu penso.
Eu sonhei que eu disse coisas terríveis a você; mas você me tem que perdoar,
e não presta atenção a isto. Eu estava então louco." Ela parou, e dobrou a manta
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