mais livre."
"E assim, porque eu preferi montar uma milha com ele ver algo
realidade que tinha acontecido, e tentou ser útil em vez de olhar dentro
vitrinas em Rua Principal ou passeando antes do hotel--"
"E sendo Cass ornamental", suspenso. Mas este fraco e
un-Cass-como tentativa a galantaria brincalhona se encontrada com um cheque súbito.
Senhorita Porter se reuniu, e olhou fora da janela. "O faça
me deseje que caminhe o resto da casa de modo?"
"Não", disse Cass, apressadamente, com uma face carmesim e um senso de
rudeza gratuita.
"Então pare que amável de conversa, aí mesmo!"
Havia um silêncio desajeitado. "Eu desejo que eu era um homem", ela disse, meio
amargamente, meio seriamente. Barba de Cass não era velha e cínica bastante para
observe que esta aspiração devota normalmente é proferida por esses que têm
menos argumente para lamentar a própria feminilidade deles/delas; e, mas para a repulsa
ele há pouco tinha recebido, teria feito a dissensão enfática habitual de
nosso sexo, quando o desejo é proferido por lábios vermelhos mornos e vozes de oferta--um
divirja, pode ser observado, geralmente reteve, porém, quando o
solteirona masculina enfatiza a perfeição de mulher. Eu ouso diga Senhorita
Zelador era sincero, depois para um momento continuou ela, poutingly:
"E ainda eu entrava para fogos em Sacramento quando eu era só dez anos
velho. Eu vi o teatro queimado completamente. Ninguém achou falta então comigo."
Algo fez Cass perguntar se o pai dela e mãe contestassem a ela juvenil
gostos. A resposta era característica se não satisfatório,--
"Objeto? Eu gostaria dos ver fazerem isto."
A direção da estrada tinha mudado. A lua inconstante abandonou agora
Senhorita Porter e procurou Cass no assento dianteiro. Acariciou o
o bigode sedoso de companheiro jovem e cílios longos, e levou alguns do
queimadura de sol da bochecha dele.
"O que é a questão com seu pescoço?" dito a menina, de repente.
Cass olhou para baixo, enquanto se ruborizando para achar que o colarinho do "pato inteligente dele"
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