mais bonito que o primeiro.
"Eu confio você vai com licença para--para--sendo assim wretchedly estúpido", ele
gaguejado, "mas eu realmente pensei, você sabe, que--que--eu estava seguindo
o rastro para--para--a frente da casa, quando eu tropecei dentro--em aqui."
Longo antes de ele tinha terminado, ambas as mulheres, por algum feminino simples,
intuição, foi aliviado e prepossessed plano pela voz dele e maneira.
Eles sorriram graciously. O depois-comer pontudo à cadeira vazia. Mas
com o hábito dele de consciência de pertinacious continuou o estranho,
"Era regularmente estúpido, não era?--e eu deveria ter sabido melhor.
Eu deveria ter retrocedido e ido embora quando eu descobri isso que um asno eu
era provável ser, mas eu era--amedrontado--você sabe, do alarmar pelo
barulho."
"Você não se sentará?" dito a segunda senhora, agradavelmente.
"Oh, obrigado! Eu tenho uma carta aqui--I"--ele transferiu a vara dele e chapéu
para a mão esquerda dele como ele sentia no peito-bolso dele com o direito dele. Mas o
ação era tão desajeitada que a vara derrubou na varanda. Ambas as mulheres
feito um movimento para restabelecer isto a seu dono envergonhado que, porém,
depressa os se antecipado. "Reze não preste atenção a", ele continuou, com
respiração acelerada e cor levantada. "Ah, aqui é a carta!" Ele
produzido a nota que o Bradley tinha devolvido a ele. "É meu, em
fato--quer dizer, eu trouxe isto a Sr. Bradley. Ele disse que eu era dar isto
para--para--para--Sra. Bradley." Ele pausou, enquanto olhando embarrassedly do
um para o outro.
"Eu sou Sra. Bradley", disse o mais bonito, com um riso. Ele a deu
a carta. Correu como segue:--
"QUERIDO BRADLEY--Pôs Sr. Mainwaring por até onde ele quer ir, ou
o pendure em A Vigia, da mesma maneira que ele gosta. O Banco atrás dele, e
o chapéu dele escreveu com giz a Estrada por toda parte; mas ele não se preocupa muito com ser
em veludo. Aquele ai não o estilo dele--e você gostará dele. Ele é alguém
filho na Inglaterra. B."
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