Os olhos dele caíram no rifle de McGee que se levanta vertical no canto. Era
uma arma limpa, bonita, precisa, até mesmo para o olho não profissional,,
sua tomada de barril hexagonal longa, laminada um tenderer azula dentro o
luar. Ele arrebatou isto para cima. Era capped e carregado. Sem uma pausa
ele colidiu abaixo a colina.
Só um pensamento estava agora na mente dele--o dever mais cru, mais simples. Ele
estava lá no lugar de McGee; ele deveria fazer o que McGee faria. Deus teve
o abandonado, mas o rifle de McGee permaneceu.
Em alguns atas para baixo mergulhar ele tinha chegado ao banco de rio. O
superfície prateada tranqüila tremeu e brilhou antes dele. Ele viu isso que
ele soube que ele veria, o objetivo preto da cabeça de um homem sobre isto, fazendo
para a Barra. Ele levou delibere aponte e incendiou. Não havia nenhum eco a isso
detonação afiada; um cachorro distante latiu, havia um sussurro leve
nas árvores ao lado dele, isso era tudo! Mas a cabeça do homem era nenhum
mais muito tempo visível, e a prata líquida filmou novamente em cima de, sem uma pinta,
ou mancha.
Ele assumiu o rifle, e com a ação automática de homens em grande
crises voltaram lentamente e deliberadamente à casa e cuidadosamente
substituído o rifle em sua posição velha. Ele não teve nenhuma preocupação para o
mulher miserável que tinha fugido; se ela tivesse se aparecido antes dele no momento,
ele não a teria notado. Ainda um instinto estranho--parecia a ele
a curiosidade de vaguest--o fez ascender os degraus e entra nela
câmara. A vela ainda estava queimando na mesa com aquele terrível
inconsciência e simplicidade de detalhe que faz a cena de realidade
tragédia tão terrível. Ao lado disto se deitam um cinto e bolsa de couro. Madison
Wayne colidiu de repente adiante e agarrou isto, com um selvagem, inarticulado
grito; cambaleante, caia em cima da cadeira, rosa para os pés dele, cegamente procurada no escuro
o modo dele abaixo a escadaria, estoure na estrada, e, abraçando a bolsa
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