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Atlântida

	

Frederick riu. "Eu fixei meu tudo em nada."

De repente ele disse:

"Você tem razão. Eu sou da mesma opinião. Eu realmente tenho que lançar ao mar
aquele alemão idealista velho Adão que adere em mim gosta de uma tarde de domingo
pastor."

Os dois homens riram. O humor deles/delas se ficava mais alegre, enquanto repicando dentro com o
atmosfera geral de alegria.

Uma razão para este senso predominando de felicidade era o fato que
todos os passageiros, depois de lutar com náusea e insônia durante,
esse miserável, rastejando, horas infinitas na sepultura dolorosa do deles/delas
cabanas, tinha aprendido apreciar o valor de mera existência saudável.
Somente viver, somente viver! Isso era o grito que tocou em todo passo,
todo riso, toda palavra, submergindo todo o cuidado. Nenhum dessas preocupações que
cada um deles tinha arrastado a bordo de, se de Europa ou América, agora,
tido o menos poder. Somente viver era ganhar na grande loteria. Eles
sabido sol segue chuva, e eles disseram a eles, "Se pior vem
para pior, você aguentar pão e sal e uma enxada de boa vontade e um
jardim vegetal, e ninguém no mundo será um mortal mais feliz que
você."

Esses homens passeando e mulheres eram cada contente da outra existência.
Eles amaram um ao outro e estavam pronto sem hesitação cometer tudo
tipos de loucuras, os julgando meras bagatelas que em terra sólida eles
nunca teria perdoado em eles. A alegria deles/delas era um crisol
derretendo todas as barreiras pelas quais convenção divide o homem de junto
homem. Eles sofreram um senso de alívio e liberação, e atraiu profundamente
respirações desta atmosfera de liberdade.

À ordem do capitão, estava a faixa montada sua música e instrumentos
em coberta a meia-nau;  e quando as tensões alegres ressoaram pelo
inteiro do _Roland_ que era o clímax de festividade. Para meio uma hora
parecia como se as poucas nuvens que flutuam no céu azul, o navio a vapor, o
pessoas no navio a vapor, e o oceano tinha concordado em dançar um quadrille.	
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