mais. Contanto que ele pagasse o tábua-conta dele, e não criou nenhuma perturbação,
que obrigações deveu ele lhe?
"Você vê, senhor", Abbie procedido, que sacode o molho de chaves suavemente que
pendurado ao cinto dela, "nós estivemos no hábito de dar uma festa aqui, três,
ou quatro vezes por ano, para os povos jovens vir e dançar e desfruta
eles. Haverá uma quinta-feira que vem, os 4º de julho. O Legue
desce, e une dentro?"
Bressant atrasou a cabeça dele, com um dos risos breves dele. "Venha um
dança? Mas eu não sei dançar! Eu nunca entro em sociedade. O que
deveria sim? Obrigado por me perguntar!"
"Eu pensei que você poderia ser interessado para olhar em para um de nosso país
pulos", disse Abbie cujos olhos observaram a maneira do homem jovem, como ele
raio, com uma proximidade que teria envergonhado a maioria dos homens. "Há um
transação boa para se divertir com além de dançar. O escola-mestre vai
esteja lá, e o ministro que é agora, e Professor Valeyon."
"Professor Valeyon?" Bressant repetido, apoiando adiante, com a mão dele,
para a orelha dele, e a expressão vívida, interrogativa na face dele que era
estranho a ele.
O movimento parecia produzir um efeito desproporcionado em Abbie.
O dedo dela a buscou tremulamente debaixo de lábio; um tremor, como se de um
dor súbita, passada pela testa dela,; havia um momentâneo
mobilidade nos olhos dela, e então eles firmaram, quase rigidly, em
a face do homem jovem. Tão habitual era o autocontrole da mulher, porém,,
que estes sintomas, tudo que que eles indicaram, eram reprimidos e
exterminado, até nenhum, salve uma pessoa particularmente afiado-perspicaz, vá
os notou. Bressant só estava pensando em Professor Valeyon, e
teria, em todo caso, se aborrecido escassamente sobre o neurálgico
espasmos da proprietária dele.
"O professor e Senhorita Valeyon que ambos virão", disse Abbie, assim que
a neuralgia, se que seja, lhe permitiria falar. "Com licença,
senhor--eu posso me sentar um momento?" Estas palavras foram proferidas apressadamente, e,
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