abaixo-degraus, com uma chá-rosa desenvolvida no cabelo dela, e olhando como se
ela já teve breakfasted na maior parte do sol do dia.
Ela informou Sophie para estar acordado e confortável, assim o cavalheiro
para cima-degraus escalados e arrastou nela quarto calmo, rosa-colorido para
lhe dê um beijo matutino. A Oração do Deus ardeu adiante como brightly de
a parede como se tivesse sido pela primeira vez pronunciado aquele dia.
"Bem, teve notícias em toda parte meu aluno novo de Cornelia, eu suponho?" dito
papai, quando o beijo tinha sido determinado, enquanto se sentando pelo lado da cama, e
contendo o mão pálida, esbelta da filha dele o próprio dele.
"Ele quem veio noite passada? Não, eu não vi Neelie para falar com ela,
desde que ele estava aqui. O que ser ensinado é ele?"
"Quer ser um ministro", respondeu o professor, enquanto esfregando a barba dele.
"Faça o que eu posso para ele, porque ele é o filho de um amigo anterior,
agora morto. Eu tenho medo que ele não fará, entretanto. Necessidades uma transação boa além
O hebreu e história."
"Mas você pode lhe dar tudo que ele precisa, papai", Sophie reunido, com
fé serena na infalibilidade do cavalheiro velho.
"Eu não sei", devolveu ele, os olhos dele descansando na Oração do Deus. "EU
não saiba", ele repetiu, enquanto os virando à filha dele é transparente
enfrente que parecia quase uma encarnação das palavras divinas. "Eu penso,
meu querido, que você pudesse pôr algumas idéias na cabeça dele que o faria
melhor que qualquer coisa eu posso o dar; " e ele sorriu gravemente em
o dela.
"Certo, papai", disse Sophie, gayly, com um acender tenro dela,
olhos macios, cinzas. "Nada poderia me fazer mais feliz que fazer bem para
alguém. Assim que eu melhore bastante, eu o levarei debaixo de meu custo."
A maneira dela era brincalhona, mas havia uma vibração no tom dela que
pegado a orelha do professor, e carregou a ele a idéia que havia
uma profundidade não visto de ansiar e apaixonado deseje ser algo mais
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