isto fora inesperadamente, e talvez muito tarde?
A pirâmide de morango afundou e desapareceu. Cornelia começou ansiosamente para
maravilha o que seria feito agora. Bressant sentou, enquanto desfrutando as sensações dele,
e Professor Valeyon que parecia ter chegado a algum definido
conclusão depois das meditações dele, enrolou o guardanapo dele e empurrou isto
no anel, prévio a fixar isto abaixo com aquela torneira estranha que
anunciou que a refeição acabou.
Em deixar a mesa, Bressant passeou fora do quarto e em para o
sacada, com um descuido de que outras pessoas poderia pretender, o qual
Cornelia causado para a lembrar primeira impressão dele. Não obstante,
não sabendo que mais pudesse fazer ela, ela seguiu, e o achou apoiando
em cima da grade, e olhando sobre ele com prazer sereno. O
nuvens tinham estado principalmente espalhadas; um ar fresco se mudou para o jardim úmido;
e Cornelia estava logo atento que o mosquitoes estavam no estrangeiro. O dela
braços musselina-cobertos e ombros começaram a sofrer.
Bressant se elevou à aproximação dela, e se levantou com uma mão
contra a grade, olhando para baixo nela com um meio-sorriso de interesse
e satisfação que fez Cornelia não sente tanto como um humano
sendo, como um pouco de curiosidade natural rara que ele estava alegre ter o
oportunidade de examinar.
"Você um das filhas é?" dito ele, com o examinar súbito,
contração das sobrancelhas que freqüentemente acompanharam as perguntas dele. "Lá
dois são, não há? Quais é você?"
"Eu sou Cornelia", respondeu ela, provocou, como as palavras deixaram a boca dela que
ela não tinha dito "Senhorita Valeyon." Mas a pergunta tinha a pegado de surpresa fora
da presença dela de mente, e a necessidade de falar alto, se nada
outro, a impediu de fazer a correção.
"É o outro qualquer coisa gosta de você?" retomado ele, depois que um momento seja mais
contemplação que, despeito de sua direitura, teve nisto um certo
elemento de unsophisticatedness que impediu isto de parecer rude.
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