durante a hora terrível que deveria arrebatar o véu das faces deles/delas.
Os portadores foram fortemente adiante e o mourners seguiram, enquanto entristecendo
toda a rua, com o morto antes deles e Sr. Hooper no preto dele
oculte atrás.
"Por que você olha atrás?" dito a pessoa na procissão para o sócio dele.
"Eu tive uma fantasia", respondeu ela, "que o ministro e a moça
espírito estava caminhando de mãos dadas."
"E assim teve eu no mesmo momento", disse o outro.
Aquela noite o handsomest juntam em aldeia de Milford seria unido
em matrimônio. Embora considerasse um homem melancólico, Sr. Hooper teve um plácido
alegria para tal ocasiona que freqüentemente excitou um simpatizante
sorriso onde teriam sido jogados fora merriment de livelier. Havia
nenhuma qualidade da disposição dele que o fez mais amado que isto.
A companhia ao casamento esperou a chegada dele com impaciência,
confiando que o temor estranho ao longo do qual tinha juntado em cima dele
o dia seria dispersado agora. Mas tal não era o resultado. Quando Sr.
Hooper veio, a primeira coisa na que os olhos deles/delas descansaram era o mesmo
véu preto horrível que tinha acrescentado escuridão mais funda ao funeral e
podido portend nada mais que mal para o casamento. Tal era seu imediato
efeito nos convidados que uma nuvem parecia ter rodado duskily de
em baixo do crepe preto e escureceu a luz das velas. O
par nupcial se levantava antes do ministro, mas os dedos frios da noiva
tremido na mão trêmula do noivo, e o dela morte-como
palidez causou um sussurro que a moça que tinha sido enterrada alguns
horas antes de seja vindo da sepultura dela a se casar. Se já outro
se casar eram tão escuros, era aquele famoso onde eles soaram o
casamento-toque.
Depois de executar a cerimônia Sr. Hooper uma taça de vinho elevou a seu
lábios, desejando felicidade ao par novo-casado em uma tensão de moderado,
pleasantry que deveria ter clareado as características dos convidados
como um vislumbre alegre do forno. Àquele momento, pegando um
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