isso formou um contraste lastimável à figura vultosa dele, não "possa você me ajuda
com cem gaveta o cleanup de amanhã? Você vê eu tenho que enviar dinheiro
casa para a mulher velha, e--você ganhou vinte vezes das que chegam
eu."
A conclusão era, talvez, não completamente lógico, mas o Jack negligenciou
isto, e deu a soma à visita dele. "O negócio de velho-mulher está aproximadamente
terminado, Doure", ele somou, por via de comentário; "por que não faz você diz
você quer resistir agin' faro? Você o conhece ai não se casado!"
"Fato, senhor", disse Marrom, com uma gravidade súbita, como se o mero contato
do ouro com a palma da mão tinha dado um pouco de dignidade a seu
armação. "Eu tenho uma esposa--um bom maldito, também, se eu digo isto--no
Estados. É três ano desde que eu a vi, e um ano desde que eu tenho escrito
para ela. Quando coisas são quase diretas, e nós baixamos a dianteira, eu sou
indo a chamar."
"E Kate?" examinado Sr. Hamlin, com o sorriso prévio dele.
Sr. Brown de Calaveras ensaiou uma malícia de relance, cobrir o seu,
confusão que a face fraca dele e intelecto uísque-confuso mas pobremente
levado a cabo, e disse:
"Condene isto, Jack, um homem tem que ter uma pequena liberdade, você sabe. Mas
venha, o que diz você a um pequeno jogo? Nos dê um espetáculo dobrar isto
cem."
Jack Hamlin olhou curiosamente para o amigo insensato dele. Talvez ele soube isso
o homem foi predestinado para perder o dinheiro, e preferiu que deve
flua atrás nos próprios cofres dele em lugar de qualquer outro. Ele acernar com a cabeça o seu
encabece, e puxou a cadeira dele para a mesa. No mesmo momento lá veio
um piparote na porta.
"É Kate", disse Sr. Brown.
Sr. Hamlin atirou o parafuso atrás, e a porta abriu. Mas, para o
primeiro tempo na vida dele, ele cambaleou aos pés dele, totalmente enervou e
envergonhado, e pela primeira vez na vida dele o sangue quente enrubesceu o seu
bochechas incolores para a testa dele. Para antes dele se levantou a senhora que ele teve
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