Como estava de pé lá ela que ela notou, também, que os raios de sol inclinados eram
aquecendo a cabeça de Sandy ao que ela julgou para ser uma temperatura insalubre,
e que o chapéu dele estava mentindo inutilmente ao lado dele. Apanhar isto e para
coloque em cima da face dele era um trabalho que requer um pouco de coragem, particularmente,
como os olhos dele estavam abertos. Ainda ela fez isto, e fez bom a retirada dela. Mas
ela estava um pouco preocupada, em olhar atrás, ver que o chapéu era
afastado, e aquela Sandy estava sentando para cima e estava dizendo algo.
A verdade era, que nas profundidades tranqüilas da mente de Sandy ele estava satisfeito
que os raios do sol eram benéficos e sãos; que de
infância que ele tinha contestado a deitar em um chapéu; que nenhuma pessoas mas
bobos condenados, redenção passada, já usaram chapéus; e que o direito dele
dispensar com eles quando ele agradou era inalienável. Isto era o
declaração da consciência interna dele. Infelizmente, seu externo
expressão era vaga, sendo limitado a uma repetição do seguinte,
fórmula--"Su'shine todo o ri!' Maar de Wasser, eh? Wass para cima, su'shine?"
Senhorita Mary parou, e, levando coragem fresca da vantagem dela de
distancie, lhe perguntou se havia qualquer coisa que ele quis.
"Wass para cima? Maar de Wasser?" Sandy continuada, em uma chave muito alta.
"Se levante, você o homem horrendo!" dito Senhorita Mary, agora completamente incensado; "adquira
para cima, e vai para casa."
Sandy cambaleou aos pés dele. Ele era seis pés alto, e Senhorita Mary
tremido. Ele começou alguns passos adiante e então parou.
"Wass para o que eu vou para casa?" ele perguntou de repente, com grande gravidade.
"Vá e tome um banho", respondeu Senhorita Mary, eying a pessoa encardida dele com
grande desfavor.
Ao desânimo infinito dela, Sandy puxou de repente fora o casaco dele e colete,
os lançado no chão, dado o chute inicial nas botas dele, e, mergulhando de modo selvagem
adiante, arremessou apressadamente em cima da colina, na direção do rio.
|