a cama dele mas para a restrição do criado dele. Lutando, ele ainda
procurado a fantasia singular dele: "Lá, agora, firme, 'Jinny'--firme, velho
menina. Como escuro é! Olhe fora para os buracos--e olha fora para ele, também,,
moça velha. Às vezes, você sabe, quando ele estiver encobrir-bêbado, ele derruba abaixo direito
no rastro. Mantenha em reta o píneo no topo da colina.
Thar--eu lhe falei assim!--thar ele é--vindo deste modo, também--tudo por ele,
fique sóbrio, e o face um-lustrando dele. Tennessee! Pardner!"
E assim eles se encontraram.
O IDÍLIO DE RAVINA VERMELHA
Sandy estava muito bêbada. Ele estava mentindo debaixo de um arbusto de azaléia, em quase
a mesma atitude na qual ele tinha caído algumas horas antes. Quanto tempo
ele tinha estado mentindo lá ele não pôde contar, e não se preocupou; quanto tempo
ele deveria mentir era uma questão igualmente indefinido e não considerado.
Uma filosofia tranqüila, nascido da condição física dele, suffused e
saturado o ser moral dele.
O espetáculo de um homem bêbedo, e deste homem bêbedo em particular,
não era, eu aflijo para dizer, de novidade suficiente em Ravina Vermelha para
chame a atenção. Mais cedo pelo dia tinha erguido algum satírico local um
lápide temporária à cabeça de Sandy, agüentando a inscrição, "Efeitos,
do uísque de McCorkle--mata a quarenta varas", com uma mão que aponta,
A taverna de McCorkle. Mas isto, eu imagino, era, como a maioria sátira local,
pessoal; e era uma reflexão na injustiça do processo
em lugar de um comentário na impropriedade do resultado. Com isto
exceção faceta, a Sandy tinha sido imperturbada. Uma mula vagante,
libertado do pacote dele, tinha semeado o herbage escasso ao lado dele, e
cheirado curiosamente ao homem prostrado; um cachorro vagabundo, com aquele fundo
condolência que as espécies têm para homens bêbedos, tinha lambido o pardo dele
botas, e se enrolou nos pés dele, e se deita lá, enquanto piscando um
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